Albuminúria: um marcador precoce de risco cardiovascular e renal
Albuminúria: um marcador precoce de risco cardiovascular e renal
Albuminúria: um sinal de alerta para o risco cardiovascular
A presença de albuminúria é um preditor independente de eventos cardiovasculares (CV) adversos. Este risco é particularmente elevado em doentes com diabetes tipo 2 e hipertensão arterial.
A albuminúria elevada é um dos primeiros sinais de compromisso renal e um preditor clinicamente significativo de risco cardiovascular, independente dos fatores de risco tradicionais.2,7–11
Um simples teste de urina pode ajudar a revelar o risco cardiovascular que está escondido à vista de todos.
Analisar o RACu pode detetar albuminúria, alertando para a intervenção precoce em doentes de risco.8,12
Identificar a albuminúria, analisando o RACu pode revelar alterações iniciais na função renal, antes que quaisquer mudanças na TFGe se tornem aparentes.8
Como é que a albuminúria sinaliza o aumento do risco cardiovascular e renal?
Rim Saudável
Em pessoas com rins saudáveis, as células endoteliais compõem a barreira de filtração glomerular, que impede a albumina de passar do sangue para a urina.8
Rim com compromisso renal
Condições como hipertensão e diabetes tipo 2 (DT2) podem causar stress nas células endoteliais e na membrana basal glomerular, comprometendo a integridade da barreira de filtração glomerular, e permitindo que a albumina passe para a urina.8
Esta não é uma representação anatómica do rim.
As condições cardio-reno-metabólicas partilham fatores de risco e processos patológicos que podem levar à albuminúria.8
A albuminúria reflete o stress em todo o sistema cardiovascular e renal, mesmo quando os fatores de risco tradicionais (por exemplo, pressão arterial e dislipidemia) parecem normais.3
A deteção precoce de albuminúria e diagnóstico de doença renal crónica possibilitam que inicie uma abordagem terapêutica recomendada pelas guidelines, contribuindo para atrasar a progressão da doença renal e ajudar a reduzir o risco cardiovascular dos seus doentes.
Detete o sinal de alerta com o RACu
A avaliação de rotina do RACu ajuda a identificar precocemente risco renal e cardiovascular oculto, permitindo um diagnóstico e uma intervenção atempados para proteger o coração e os rins.8,12,14,18
Aviso Legal
As imagens não mostram um doente real. Alguns visuais foram criados com a ajuda de IA.
Notas de Rodapé
-
*
Numa meta-análise de 11.496 doentes, 759 tinham microalbuminúria na baseline. Microalbuminúria definida como taxa de excreção de albumina de 30 a 300 mg/dia ou rácio albumina-creatinina de 2,5 a 25 mg/mmol (ou intervalo equivalente mais próximo). Hazard ratio de 1,69 (IC 95% 1,41–2,02) de 2 estudos prospectivos publicados antes de março de 2014.5
-
†
Numa meta-análise de 12.614 doentes com insuficiência cardíaca, a microalbuminúria foi associada a um aumento de 149% no risco combinado de mortalidade CV e hospitalização. 678 doentes com microalbuminúria na baseline. Microalbuminúria definida como rácio albumina-creatinina urinária de 30–299 mg/g.6
-
‡
Numa meta-análise de 73.310 doentes. Hazard ratio de 1,57 (IC 95% 1,20–2,06) de uma meta-análise de 4 estudos prospectivos publicados antes de março de 2014. Os outcomes de mortalidade foram determinados de acordo com o certificado de óbito, com a causa subjacente de morte codificada de acordo com o CID-9 (390–459) e CID-10 (I10–I15, I30–I41, I44–I49, I51.0, I51.4, I51.8, I51.9, I70–I74).5
Abreviaturas
IC: intervalo de confiança; CV: cardiovascular; TFGe: taxa de filtração glomerular estimada; CID: classificação internacional de doenças; EAM: enfarte agudo do miocárdio; DT2: diabetes tipo 2; RACu: rácio albumina-creatinina na urina
Referências
-
Konno S, et al. PLoS ONE. 2015;10(4):e0123893.
-
Matsushita K, et al. Lancet Diabetes Endocrinol. 2015;3(7):514–525.
-
Panattoni G, et al. Eur Heart J Suppl. 2025;27(Supplement_1):i16–i21.
-
Dhindsa DS, et al. Front Cardiovasc Med. 2020;7:88.
-
Xia F, et al. Int J Clin Exp Med. 2015;8(1):1–9.
-
Liang W, et al. Front Cardiovasc Med. 2021;8:665831.
-
Marx Schütt, et al. European Heart Journal. 2025;46:2148–2160.
-
Barzilay J, et al. J Am Heart Assoc. 2024;13(2):e030131.
-
Zannad F, et al. J Intern Med. 2025;297(5):460–478.
-
Khan MS, et al. J Am Coll Cardiol. 2023;81(3):270–282.
-
Pafundi PC, et al. Diagnostics. 2021;11:290.
-
Kidney Disease: Improving Global Outcomes (KDIGO) CKD Work Group. Kidney Int. 2024;105(4S):S117–314.
-
Wang J, et al. BMC Nephrol. 2017;18(1):188.
-
ESC. 2021 ESC Guidelines on cardiovascular disease prevention in clinical practice. European Heart Journal. 2021;42:3227–3337.
-
Unger T, et al. Hypertension. 2020;75(6):334–357.
-
ESC. 2019 ESC Guidelines on diabetes, pre-diabetes, and cardiovascular diseases developed in collaboration with the EASD. Eur Heart J. 2020;41:255–323.
-
ESC. 2023 ESC Guidelines for the management of cardiovascular disease in patients with diabetes. Eur Heart J. 2023;44(39):4043–4140.
-
Sarafidis P, et al. Nephrology Dialysis Transplantation. 2024;39:929–994.
PC-PT-104326_set26